domingo, 26 de junho de 2011

Alteração condilar em paciente portador de cisto radicular, achado radiográfico

Radiografia panorâmica; imagem radiolúcida com borda radiopaca bem definida associada ao ápice da unidade 41, tratada endodonticamente, compatível com cisto radicular. Alteração morfológica em côndilo D, comparar com lado E.
 A radiografia panorâmica para avaliação de cisto radicular em unidade 41 evidenciou alteração morfológica em côndilo D. A imagem sugere fratura prévia ou alteração degenerativa condilar.
Radiografia panorâmica evidenciando alteração morfológica em côndilo D.

Radiografia panorâmica; côndilo E com discreto facetamento em porção anterior e ausência de demais alterações radiográficas.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Drenagem extra-bucal de abscesso odontogênico

Abscesso odontogênico.
 Os abscessos, de um modo geral, devem ser drenados assim que as condições gerais do paciente permitam. A não drenagem leva ao surgimento de fístula que evolui com cicatriz inestética. Neste caso a pele já estava sofrendo necrose e em pouco tempo a fístula estaria formada. A paciente foi submetida a drenagem extra-bucal com grande produção purulenta e o dreno  mantido por 03 dias.

Abscesso odontogênico.

Área de necrose cutânea, local onde ocorreria drenagem espontânea (fístula cutânea).

Secreção purulenta drenada.

Drenagem extra-bucal.

Instalação de dreno de Pen Rose.
Curativo compressivo.

Aspectos clínicos e radiográficos de fratura bilateral de mandíbula e bilateral de malar

Fratura bilateral de mandíbula com deslocamento inferior de segmento central, fratura corono-radicular unidade 21 (seta vermelha) e odonto-síntese realizada para estabilizar cotos fraturados até tratamento definitivo. A fratura levou a solução de continuidade em arco dentário inferior (linha azul escuro).

Paciente vítima de acidente automobilístico com trauma severo em face e fraturas pan-faciais. A manbíbula sofreu fratura bilateral em para-sínfise com deslocamento inferior e segmento central. O malar do lado direito sofreu maior deslocamento do que o esquerdo. Todas as fraturas foram reduzidas e fixadas. A unidade 21 apresentou fratura corono-radicular e foi removida no mesmo tempo cirúrgico.
Tomografia computadorizada, corte axial, janela tecido duro, fratura bilateral de mandíbula (linhas azúis).

Tomografia computadorizada, corte axial, janela tecido duro, fratura bilateral de mandíbula (linhas azúis).

Tomografia computadorizada, reconstrução 3D, fraturas pan-faciais (setas vermelhas).

Tomografia computadorizada, reconstrução 3D,  grave deslocamento de fratura bialteral de mandíbula (linhas azúis).

Radiografia panorâmica de controle pós-operatório, placas 2.0 mm (setas azúis), barras de Erich (setas verdes) e alvéolo vazio após exodontia 21 (seta vemelha).

terça-feira, 21 de junho de 2011

Sinais clínicos e tomográficos de fratura de ossos prórpios do nariz

Fratura  de ossos próprios do nariz comm severo deslocamento lateral (linha vermelha) e ferimento em lábio superior lado esquerdo (seta verde).

Fratura de ossos próprios do nariz com severo deslocamento lateral (linha vermelha).

Tomografia computadorizada, corte axial, janela tecido ósseo, deslocamento lateral de ossos próprios do nariz.

Tomografia computadorizada, corte axial, janela tecido ósseo, deslocamento lateral de ossos próprios do nariz.


Reconstrução 3D evidenciando fratura com deslocamento paro o lado direito em ossos próprios do nariz.


Reconstrução 3D evidenciando fratura com deslocamento paro o lado direito em ossos próprios do nariz.

Reconstrução 3D evidenciando fratura com deslocamento paro o lado direito em ossos próprios do nariz.

Reconstrução 3D evidenciando fratura com deslocamento paro o lado direito  em ossos próprios do nariz.

Reconstrução 3D evidenciando fratura com deslocamento paro o lado direito em ossos próprios do nariz.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Aspectos clínicos, tomográficos e cirúrgicos de fratura bilateral de mandíbula

Fratura bilateral de mandíbula com distopia oclusal (seta vermelha) e afastamento de coroas dentárias (setas azúis).
      
Paciente foi vítima de agressão física em face (soco) com fratura bilateral de mandíbula. A tomografia evidenciou as fraturas em sínfise mandibular (pouco deslocamento) e em corpo mandibular (deslocamento lateral). Apresentava dor em regiões afetadas, parestesia em lado esquerdo (sintoma comum em fraturas que cruzam o canal mandibular), edema, sangramento bucal e distopia oclusal. Foi submetido a redução e fixação sob anestesia geral, com acesso intra-bucal. Os parafusos dos seguimento proximal da placa inferior instalada no corpo mandibular foram instalados por meio de trocarter. A cirurgia ocorreu cerca de 36 horas após o trauma com excelente prognóstico.  Foi observado a presença de canino incluso (13) por palatino que ser removido em outro tempo cirúrgico.

Tomografia computadorizada, reconstrução 3D de fratura bilateral de mandíbula em corpo esquerdo e sínfise mandibular (setas azúis).

Tomografia computadorizada, reconstrução 3D de fratura bilateral de mandíbula em corpo esquerdo e sínfise mandibular (setas azúis).

Tomografia computadorizada, reconstrução 3D de fratura bilateral de mandíbula em corpo esquerdo e sínfise mandibular (setas azúis).

Tomografia computadorizada, corte axial, janela tecido duro. Traço de fratura em sínfise mandibular.

Tomografia computadorizada, corte axial, janela tecido duro. Traço de fratura em corpo mandibular lado esquerdo com deslocamento lateral de coto proximal.

Tomografia computadorizada, corte coronal, janela tecido duro. Traço de fratura em corpo mandibular lado esquerdo com deslocamento lateral (linha vermelha) e edema facial lado esquerdo (linha branca).


Tomografia computadorizada, corte coronal, janela tecido duro. Traço de fratura em sínfise mandibular.

Tomografia computadorizada, corte coronal, janela tecido duro. Achado radiográfico: canino (13) incluso.

Tomografia computadorizada, corte coronal, janela tecido duro, inversão de contraste. Achado radiográfico: canino (13) incluso.

Redução e fixação de fratura de sínfise mandibular por acesso cirúrgico intra-oral. Placas 2.0 mm (setas azúis), odonto-síntese com fio de aço (seta vermelha) e perfeita redução da fratura (seta vede).


 


Redução e fixação de fratura em corpo mandibular com 2 placas do sistema 2.0 (setas verde e azul) e odonto-síntese (seta verrmelha).


Controle radiográfico de tratamento cirúrgico de fratura bilateral de mandíbula.

domingo, 12 de junho de 2011

Achados tomográficos de fratura de osso zigomático

Tomografia computadorizada, corte coronal, janela para tecido ósseo; imagem de fratura em região póstero-lateral do seio maxilar lado D (seta azul); imagem compatível com hemossinus (seta vermelha) e aspecto tomográfico de seio maxilar sem alterações.

 Imagem compatível com hemossinus (seta verde); fratura em osso zigomático lado D com afundamento e traço de fratura em pilar zigomático (linha vermelha) e traços de fratura em parede lateral da órbita (linha azul).


Tomografia computadorizada, corte axial, janela para tecido ósseo; traços de fratura em parede anterior de seio maxilar (linha azul) e enfisema tecidual (seta verde).

Sinais tomográficos de afundamento em osso zigomático lado D (linha azul).

Tomografia computadorizada, corte axial, janela para tecido ósseo; edema facial (seta vermelha); traço de fratura em parede anterior do seio maxilar (seta verde) e traço de fratura de parede posterior do seio maxilar (seta azul).

Tomografia computadorizada, corte axial, janela para tecido ósseo; afundamento de osso zigomático (linha azul), comparar o com lado oposto (linha vermelha).

Sinal tomográfico de hemossinus (seta vermelha) e enfisema tecidual (seta verde).

 Tomografia computadorizada, corte axial, janela para tecido ósseo; enfisema tecidual (seta vermelha) e traços de fratura em parede lateral da órbita, região da sutura esfeno-zigomática (seta verde).

sábado, 11 de junho de 2011

Fratura exposta de ossos próprios do nariz com importante assimetria facial

Paciente vítima de agressão física em dorso nasal com fratura de ossos próprios do nariz, desvio importante em dorso nasal e laceração em tecidos moles.
 Fraturas dos ossos próprios do nariz são comuns nas emergências e normalmente provocam assimetria facial. As fraturas expostas destes ossos são pouco comuns. Fraturas de nariz com deslocamento severo devem ser operadas assim que as condições gerais do paciente permitam. Segue um caso clínico de uma fratura exposta de ossos próprios do nariz com deslocamento e importante assimetria facial.
Desvio em dorso nasal (azul) e ferimento com solução de continuidade entre os ossos fraturados e o meio externo (seta verde).

Desvio em dorso nasal em vista súpero-inferior.

Desvio em dorso nasal .


Reconstrução 3D; fratura cominutiva em ossos próprios do nariz.

Reconstrução 3D; fratura cominutiva em ossos próprios do nariz.

Reconstrução 3D; fratura cominutiva em ossos próprios do nariz.

Reconstrução 3D; fratura cominutiva em ossos próprios do nariz.

Reconstrução 3D; fratura cominutiva em ossos próprios do nariz.

Reconstrução 3D; fratura cominutiva em ossos próprios do nariz.

Tomografia computadorizada, corte axial, janela para tecido duro, fratura em ossos próprios do nariz.


Tomografia computadorizada, corte axial, janela para tecido duro, fratura em ossos próprios do nariz.